| Apocalipse 2.1-7
Todos nós sabemos da importância que tem o amor em nossa espiritualidade. Amar a Deus e aos homens é como um fundamento para tudo o que fazemos. Tudo perde o sentido quando não há amor em nossas ações. Por isso pregamos tanto sobre o amor, nos reunimos, nos confraternizamos, intercedemos uns pelos outros, etc. O nosso próprio culto só tem sentido se for um ato de amor a Deus e uma demonstração de comunhão com os irmãos.
Mas o amor esfria, diminui, e às vezes até acaba. Talvez seja por isso que Deus tanto reclama de Israel, sua noiva, que havia lhe dedicado tanto amor, mas agora o abandona (Ez 16.8; Jr.2.2). Se pensarmos que hoje nós, membros da igreja, somos a noiva de Cristo, devemos lhe dedicar muito amor. “Conhecer Jesus é ter um caso de amor com Ele” (Wilson Carlile). Aqui a reclamação de Jesus à igreja de Éfeso é que ele havia perdido o seu primeiro amor. O melhor dela não era para Deus. Era uma igreja sem sentimento para com Deus. Deus nos chama ao primeiro amor, à consagração total. Ele exige uma resposta e esta trará sobre nós a ação de Deus. A primeira é uma advertência (v.5), a de remover o nosso candeeiro. Isto significa que a nossa luz não brilhará, o nosso testemunho não abençoará. Uma igreja sem amor não brilha. Se queremos brilhar, se queremos abençoar, devemos amar, primeiramente a Deus, depois será fácil amar aos irmãos. No entanto há uma promessa maravilhosa aqui (v.7). Ele oferece livre acesso à árvore da vida no paraíso de Deus. Com certeza se trata da alegria da vida eterna (João. 17.3). O céu é uma morada de amor. A recompensa é uma comunhão maravilhosa com Deus. Que olhando para Jesus, que nos amou até o fim (1 Jo. 3.6, João 13.1), amemos a Deus e também aos irmãos. Que jamais percamos o nosso primeiro amor, e os que já o perderam, que peçam que Deus lhes restaure hoje mesmo.
Pr. Luiz César
Leia mais em: http://www.iceb.com.br/2009/artigos/200-voltando-ao-primeiro-amor.html
|
Nenhum comentário:
Postar um comentário